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Apesar dos produtos da Apple sempre se mostrarem como mais seguros que os da concorrência (principalmente quando comparados com o Windows), são muitos os que cedo ou tarde acusam a gigante de Cupertino de falta de cuidado contra os malwares (diferente da Microsoft, que dispensa tempo e recursos com o assunto).

Se 2015 foi o pior ano da história do Mac no que se refere aos malwares, o relatório do FireEye prevê que os problemas para a Apple nesse tema serão ainda maiores em 2016. O estudo indica que os produtos da empresa se tornarão um alvo preferencial, por conta do constante crescimento da marca no segmento de tecnologia, o que faz com que naturalmente eles se tornem mais atraentes para os ataques de criminosos.

O FireEye também alerta sobre o sistema de pagamento Apple Pay, que pode ser outro potencial alvo dos cibercriminosos. Por outro lado, indica que a Internet das Coisas pode ser um meio para amplificar os crimes.

É fato que a Apple terá no futuro um grande desafio na hora de frear os malwares. O problema não está no fato dos produtos serem mais visados para os ciberataques, algo lógico quando vemos a maior presença de Macs e iPhones, mas sim a capacidade da empresa em responder a esses problemas.

Como precedentes, temos o Rootpipe e o Shellshock. Para o primeiro, a Apple pediu ao investigador que descobriu o problema que ocultasse tudo, e a própria Apple levou cinco meses para solucioná-lo. No segundo caso, eles ofereceram uma resposta difícil de acreditar, mas retificou pouco depois.

Estaria a Apple a altura desse aumento de malwares conta as suas plataformas? A gigante de Cupertino possui recursos de sobra para fazer frente a este problema, mas é preciso ver na hora H se eles serão diligentes com a questão.

Via BetaNews