
Este episódio marca uma nova fase no TargetHD Podcast.
O podcast será cada vez mais voltado para o mundo dos gadgets e tecnologia, trazendo assuntos voltados à soluções tecnológicas, dicas de produtos novos, reviews e análise de produtos e dicas de compras. Ainda falaremos de temas diversos, mas com uma menor frequência. Além disso, o podcast será de conteúdo mais pessoal e menos pautado, tentando levar até você um parecer mais pessoal sobre o assunto abordado. Serão podcasts mais curtos, mas com um maior conteúdo.
Nesta edição, vamos identificar qual tipo de GPS se encaixa com suas necessidades, ou qual modelo de GPS se encaixa nas suas necessidades. Dois modelos são predominantes: o GPS no celular e o GPS proprietário. Para qual modelo você deve investir o seu rico dinheirinho?
Links do episódio:
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10/03/2010
Eduardo Moreira 
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Sou proprietário de um Nokia 5800 Express Music, com o OVI mapas instalado. Acho que o maior defeito do GPS no celular, é a demora para a captação de sinal. demora demaaaaaiiiiiisssssss. Portanto, sempre antes de ir para um lugar que não conheço, eu ainda consulto o google maps, tento gravar um trecho do percurso na cabeça, e vou seguindo esse trecho até o gps conseguir o sinal. Fora isso acho perfeito.
Há algumas informações erradas:
O GPS no smartphone não consome dados. Os gigantes como Sygic Mobile, Ndrive, Garmin, Nokia Mapas, Route 66 por exemplo, não utilizam o consumo de dados, e são compatíveis com todos smartphones atuais como Windows Mobile, Android, Symbian, ou seja, é compatíveios com aparelhos da LG, Samsung, HTC, Nokia, etc.
Os Mapas ficam no cartão de memória. O único que utiliza o consumo de dados é o Google Mapas, mas, este não pode ser considerado um "GPS", pois, não há instruções com avisos na tela nem por voz e nem por textos. Ele apenas traça o caminho funcionando como um ótimo mapa.
O A-GPS (presente nos smartphones) é a evolução do GPS (automotivo), pois, adquiri o sinal de forma mais rápida e precisa utilizando em conjunto a triangulação de antenas de celulares com o GPS, podendo adquiri o sinal em menos de 10 segundos. Nos smartphnoes é possível deixar apenas o GPS ligado e o A-GPS desligado.
Com o A-GPS ligado, capita o sinal mais rápido, gastando R$ 0,05 em média (pois apenas nesse momento consome dados, mas, é muito pouco tanto é que só gasta 5 centavos em média, e depois que adquiri o sinal, desconecta sozinho da rede de dados). Com o A-GPS desligado, demora mais para capitar o sinal (em média 2 minutos ou até mais, podendo chegar a 10 minutos em alguns casos, ou seja, como acontece num GPS automotivo), mas, não consome dados nenhum.
O GPS no smartphone é mais prático, ainda mais hoje que os samrtphones possuem telas acima de 3 polegadas, pois, se vc não gostar do software ou dos mapas, voc~e pode facilmente trocá-los por um da sua preferência, e para atualizar e adicionar mapas é mais prático. A questão da bateria não me incomoda pois facilmente utilizo por meia-hora até uma hora tranquilo num Nokia 5530 com o módulo LD-3W sem prejudicar a bateria, e ainda tenho um carregador veicular que resolve facilmente esse problema, isto é, é impossível ficar sem bateria, e além disso não vejo o GPS automotivo ter autonomia alta na sua bateria, pois, também é necessário andar com o carregador veicular.
O carregador veicular para smartphone não é caro e nem o suporte com ventosa universal também não é caro, em média R$ 30,00 e R$ 15,00, respectivamente. Para um homem que não anda muito com mochila ou está sem, é mais fácil carregar o smartphone do que um GPS (para não deixar dentro do carro por causa de furtos e roubos, e além disso, existe seguro contra roubo e furto para smartphones, mas, não para GPS.
É por todas essas questões que o mercado está anunciando a futura "falência" dos GPS automotivos, pois, no futuro, esse não existirá mais, porque já estará embutido na tela do carro ou as pessoas usaram nos samrtphones. Dessa forma é muito mais prático.
Anderson,
Não creio que exista "informações erradas", mas sim pontos de vista divergentes. A sua, pelo o que pude notar, é totalmente favorável aos GPSs nos smartphones (verifiquei pelo seu texto e pelo seu e-mail), e não sou contrário à isso (aliás, o podcast foi criado com o objetivo de levantarmos estas questões). Mas há pontos que, ao meu ver, devo discordar de você.
Inicialmente, mesmo utilizando o Nokia Mapas: se o sinal de GPS falha ou se é inexistente para a cobertura de onde o usuário está, a localização do satélite se faz pela triangulação das redes de celular, o que provoca um consumo de dados. Mínimo, mas provoca. Além disso, para boa parte dos usuários, instalar mapas em celulares não é uma das coisas mais práticas neste mundo (não para mim e para você, mas para boa gama de pessoas que pouco sabem de tecnologia). Logo, um GPS proprietário já é algo muito mas prático no seu uso. Isso sem contar o Google Maps, que também pode ser usado com o GPS (e é muito mais viável para a maioria dos usuários), e que consome tráfego de dados para carregamento dos mapas.
Você cita que usa o GPS com o Nokia 5530. Muitas pessoas vão considerar um desconforto usar o celular acompanhado de um módulo de GPS (que, por menor que seja, sempre pesa no bolso). Além disso, quando fiz o cast, fiz visando os smartphones que já possuem o GPS nativos no aparelho, e não com esta solução citada por você. Fora que você, obviamente, ignorou o consumo de bateria via Bluetooth, que o aparelho vai utilizar para se conectar ao módulo. Fora que, não necessariamente, a pessoa tenha que comprar um GPS automotivo: você se esquece dos modelos de GPS portáteis, com tela de 3", com valor inferior a R$ 500, que justamente por fazerem apenas uma coisa (a localização de satélite), possuem sim um resultado de autonomia de bateria maior. Alguns modelos de smartphones não agquentam mais do que dois dias de uso intenso, com todas as suas funções ativas (ou com um funcionamento normal ao que ele se destina), e o GPS proprietário permite, em via de regra, uma autonomia maior.
Acho que há público para os dois tipos de produtos, e a ideia do podcast não foi determinar qual é a melhor, e sim oferecer para o público aquilo que quer comprar, de acordo com suas necessidades, e de acordo com seu perfil de uso. Por isso, discordo de você que o podcast está com erros. Talvez foi você que não entendeu a ideia do programa: o objetivo maior é apresentar as opções existentes, e cada um escolher a sua, como achar melhor.
Abraços e obrigado pelo comentário.
Ah! Antes que venha algém falando isso, já adianto:
Como usar o smartpnhone com gps quando alguém me ligar???
Você tem as seguintes opções:
1) Desligue a ligação;
2) Há aperelhos e aplicativos que quando o GPS está sendo usado, atende o telefone de forma automática e já coloca no viva-voz (ou você mesmo coloca) e, quando há uma instrução de voz do GPS a voz da ligação diminui para que você preste atenção na voz do GPS;
3) E o recurso mais simples, que todo aparelho tem é: ativar no "perfil" o modo off-line ou avião, sendo que assim, o GPS do smartphone funciona normalmente mas a rede de celular fica desativada e você não recebe ligações nesse período.
A 3ª opção é a mais viável, pois, como a pessoa consegue prestar atenção no trânsito, no GPS e no telefone??!!
Ora, por acaso no GPS automotivo seria diferente??!!! Também iria atrapalhar da mesma forma atender o telefone.
Por incrível que pareça já vi muitas pessoas fazendo essa pergunta.
O erro que mencionei foi sobre:
1) existência de consumo de dados intenso: o erro (minuto 18:40 e 19:00 do podcast) é dizer que a "MAIORIA utiliza a conexão de dados para baixar os mapas no aparelho" (referindo-se como um sistema semelhante do google mapas). E assim vai a referência durante todo o podcast, fazendo que o ouvinte pense que é preciso contratar um pacote de dados alto ou até ilimitado para usar o serviço.
Errado pois a "maioria" (é apenas um que não faz isso que é o google mapas) vc transfere via computador como o Nokia Mapas, Ndrive, Sygic Mobile, Route 66, Garmin, não utilizando a conexão de dados do celular para isso, que inclusive vc nem cogita tal possibilidade. Aliás, tem aparelhos da Nokia que já vem com os Mapas, como o Nokia N78, N85, N86, etc, e a Ndrive, e Route 66 vc pode adquirirum cartão de memória que já vem instalado os mapas, por exemplo.
2) triangulação de antenas GSM: quando há perda do sinal do GPS, em alguns casos há a triangulação de antenas GSM com gasto de dados "devendo ficar esperto com a conta no fim do mês para seus créditos não serem devorados ou vir uma conta absurda" (no minuto 19:00 e 19:23 do podcast).
Aqui, novamente, o ouvinte pensa que é preciso contratar um pacote de dados alto ou até ilimitado para usar o serviço. Pra começar, vc não cogita que isso pode ser desativado pelo usuário, e aqui é o primeiro erro. Esse serviço que vc cita é o A-GPS, que pode ser ativado ou desativado em configurações deixando selecionado apenas o GPS assistido e não deixar selecionado o GPS baseado em rede. O A-GPS só funciona quando fica muito tempo com a perda do sinal (o que é raro) ou quando ficou muito tempo sem ligar o GPS. Mas o GPS funciona de qualquer forma, igual ao GPS automotivo o qualç não tem o A-GPS.
Vamos supor que vc utilize todos os dias e pelo menos uma vez no dia é ativado o A-GPS além do GPS é claro. O modo que vc falou, será gasto no mês o "absurdo" de R$ 1,50 em média. Sem contar, que todos planos pós-pagos possuem pequena franquia de internet por mês, como, por exemplo 500 kb, e então nos planos pós-pagos não haveria gasto nenhum, e esse valor seria apenas para os planos pré-pagos então. O erro está aqui, em não informar verdadeiramente o quanto gasta, que não é a fortuna que vc diz e o outro erro é não avisar que isso pode ser desativado.
3) LG e Samsung não possuem há um tempo atrás e hoje vc não sabe se tem como baixar mapas no aparelho: vc diz que há um tempo atrás a LG e Samsung não tinham como baixar mapas no aparelho e hoje vc não sabe (minuto 19:40 e 20:00 do podcast). Aqui está o erro, todo aparelho que é smartphone há muito tempo atrás, antes mesmo antes da Nokia e da Motorola como vc diz, já podiam instalar mapas, inclusive LG e Samsung como o Route 66 e o Garmin no Windows Mobile em que a LG e Samsung tinham. O Sygic Mobile e a Ndrive (que não são novas no mercado e sim líderes) por exemplo, são compatíveis com LG, Samsung, Iphone, Nokia, Motorola etc.
O resto foi só minha opinião, e isso não quer dizer que seja a melhor, dependendo de cada caso. No meu caso, no plano pós-pago da vivo, paguei R$ 100,00 no Nokia 5530 e mais R$ 100,00 no módulo que é da mesma espessura do meu aparelho e menor que ele e a sua bateria dura mais de 7 dias ligado direto, ou seja, paguei mais barato do que num GPS tenho mais mobilidade e funções e é segurado, e o módulo é fino, leve e pequeno possuindo um sinal muito forte e rápido podendo até deixar no porta-luvas do carro que não perde o sinal.
E acho que é mais fácil carregar um módulo quando o celular não tem embutido o GPS do que carregar um "GPS de BOLSO" e ainda mais o celular. Na minha opinião, é inviável carregar dois trambolhos e sem fundamento, pois, ninguém vai deixar o celular em casa e sair apenas com o GPS de bolso.
A questão da bateria não incomoda, ao contrário até ajuda, pois, com o carregador veicular, quando termino o trajeto, estou com a bateria cheia. Eu carrego todos os dias a bateria e dificilmente saiu de casa sem carregá-la. O GPS no smartphone gasta bateria, mas, não é tanta assim. Gasta como qualquer outra função, como navegar na internet, jogos (que gastam muito mais) ouvir música, rádio, sincronia de e-mail, ver vídeos, etc. É só mais uma função, que se souber usar a bateria do telefone, não terá problemas.
Isso tudo foi só minha opinião, sem querer ofender a sua pessoa ou seu trabalho.
Haha, a briga ta boa, só pra complementar, eu uso o GPS com a conexão de dados DESATIVADA no celular, sendo assim NUNCA é usado a mesma para captar sinal, por isso a demora. Mas isso por opção. Então sim, é possível utilizar o GPS no celular sem ter gastos. Nokia mapas de graça para o meu aparelho, software no pc que ja instala e atualiza os mapas, tudo tranquilo e de graça!
Volto a repetir:
Eu fiz o podcast para apresentar as opções, dentro da minha ótica, com a minha opinião. Obviamente, é impossível se testar todos os serviços e aplicativos de todos os aparelhos (mesmo porque a única que se manifestou para enviar algum aparelho para teste foi a própria Nokia). O que abordei não são em ASPECTOS ESPECÍFICOS, e nem fiz o podcast para isso.
Para muitos usuários, mesmo que o consumo seja mínimo, não vai se querer optar pelo GPS no celular. Ponto. Fato. Tem muitos usuários que não querem levar um carregador veicular para uma viagem para o exterior, onde não vai, por exemplo, levar o carro. Quer, no máximo, chegar no hotel e colocar o celular (ou GPS) para carregar na rede elétrica. Tem gente que só se apegou ao fato de ter um Nokia e de saber da praticidade disso em um Nokia, mas boa parte dos usuários sequer sabe como fazer isso de forma prática (e não é pela ausência de explicação, mesmo porque, repito, este podcast foi para abordar as alternativas, e não para ensinar alguém a mexer deste ou daquele modo com o GPS), isso sem contar nas aparentes dificuldades de serviços com outros sistemas, como BlackBerry, Bada, etc. Fora que, para o usuário médio, não se quer ter a margem de erro para se pagar para instalar alguns destes programas. Volto a repetir: o podcast foi feito para APRESENTAR OPÇÕES. Quem é geek de carteirinha já sabe o que quer. O importante é que aquele que está curioso para saber qual comprar ter a sua melhor escolha.
Agradeço mais uma vez pelas observações (até mesmo pontuando os minutos nas quais eu fiz, sinal que ouviram mesmo o cast), mas fiz o cast para quem ainda não tem o GPS e estava na dúvida de qual comprar. Logo, mantenho a mesma opinião com o objetivo do cast feito e porque ele foi feito. E tudo dentro da minha opinião, obviamente.
Abraços.
Muito bom o podcast, muito bom a discussão aqui nos comentários, que só ajuda a esclarecer mais ainda o assunto.
Eu nunca usei um GPS, e tão cedo não vou usar. Não viajo muito, e quando viajo eu não dirijo.
Ainda não tive nenhuma necessidade de possuir um. Mas, digo novamente o que já devo ter dito em alguma edição anterior, mesmo sem ter o desejo de possuir um acho que é muito importante conhecer um pouco mais sobre essa tecnologia.
Gostei muito desse novo formato do podcast, a duração de pouco mais de 30 minutos ficou excelente.
E mais uma vez, parabéns pelo ótimo trabalho realizado.
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