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A ABI Research apresentou o seu relatório de vendas de computadores portáteis durante o ano de 2013. O detalhe que chama a atenção no estudo é a quantidade de ultrabooks comercializados no período.

A análise indica que 12% das unidades vendidas entram no conceito de ultraportáteis, ou os ultrabooks, segmento de computador idealizado pela Intel. Levando em conta que falamos de 183 milhões de vendas globais no ano passado, concluímos que 22 milhões de unidades correspondem aos computadores ultrafinos.

Não é um resultado ruim para um segmento com margens de lucros – e preços – acima da média dos computadores portáteis. Mesmo assim, isso não quer dizer que os números são positivos para todos, uma vez que alguns tiveram prejuízos nessa categoria (como a Acer, por exemplo).

Também é preciso levar em conta que muita coisa mudou nas linhas de produção e marketing para desenvolvimento e venda dos ultrabooks ao longo de 2013, e isso se refletiu no seu volume de vendas.

ABI incluiu os conversíveis e o MacBook Air em seu relatório

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O relatório da ABI Research incluiu os produtos da Apple. Quatro dos 22 milhões de computadores ultrafinos correspondem às vendas dos diferentes modelos de MacBook Air. Também entraram no relatório alguns dispositivos híbridos, como o ASUS Transformer Book. Com isso, o número de ultrabooks “autênticos” fica cada vez menor do que o valor inicialmente indicado.

Tudo indica que o ano de 2014 vai se marcar pelo aumento de vendas de ultrabooks em todo o mundo, uma vez que os novos modelos apresentam características que contemplam os pré-requisitos para entrar nessa categoria. Além disso, os preços estão se tornando mais acessíveis. O problema é que os ultrabooks terão que disputar espaço com os Chromebooks, que estão com maior evidência. Tímida, é verdade. Mas são mais presentes do que foram quando anunciados pela primeira vez.

A chegada dos novos processadores Intel Core – em junho – será um momento importante para os ultrabooks. Com os novos chips, teremos uma geração de portáteis mais potentes e com maior autonomia de bateria, além das conectividades LTE, dual-boot e a chegada (talvez) do Windows 8.2.

Via ABI Research