Nos escritórios da CloudFlare em San Francisco (EUA), 100 unidades de lava lamps estão na entrada do prédio, e ajudam a proteger a internet de ataques.

Cada vez que um usuário se conecta a um site protegido pelo CloudFlare, ele se associa a um número de identificação aleatório, criado totalmente ao acaso, já que os hackers podem obter tal número e se passar por uma pessoa para atacar um site.

Computadores não podem gerar números totalmente aleatórios, e não são suficientemente robustos para determinadas atividades criptográficas. Porém, ninguém pode prever os movimentos dos lava lamps.

 

 

Pois bem, a CloudFlare grava em vídeo as 100 lâmpas 24 horas por dia, 7 dias por semana, e usa a disposição dos pixels para criar uma chave criptográfica muito potente. Qualquer mudança na temperatura também afeta as ondulações dos globos brilhantes.

Em teoria, ainda podem hackear as câmeras nos escritórios da CloudFlare, mas para isso, a empresa grava os movimentos de um pêndulo em seu escritório em Londres e registra as medidas de um contador Geiger em Cingapura, aumentando a aleatoriedade da equação.

 

 

A CloudFlare não é a primeira a utilizar o LavaRand. O sistema foi inspirado em um similar, criado pela Silicon Graphics em 1996, que teve sua patente expirada.

 

Via CloudflareWired